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Um texto para reflexão...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A EXPULSÃO DE DEUS

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada e a apresentadora perguntou a ela:

- Como é que DEUS teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?

Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sábia. Ela disse:

" Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc.

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'Hare (que foi assassinada e seu corpo encontrado recentemente), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho do Dr. Spock cometeu suicídio). E nós dissemos:  "um perito nesse assunto deve saber o que está  falando", e então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e  não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, bater, dar socos, humilhar e chutar, etc.).  E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la.

Em seguida algum membro da mesa administrativa  escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos,  "está  bem".

Depois alguns dos nossos oficiais eleitos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. E nós também concordamos.

Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos,  "está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso".

A indústria de entretenimento então disse:  "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos." E nós dissemos:  "Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial.  Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!"

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o  mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se  nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Se uma menina escrevesse um bilhetinho para DEUS, dizendo:
-  "Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola?"

A resposta Dele seria:
-    "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!
Seu DEUS".

É triste como as pessoas simplesmente culpam DEUS e não entendem por que o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia nos diz.

É triste como todo o mundo quer ir para o céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.
É triste como alguém diz:  "Eu creio em DEUS", mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também  "crê" em DEUS.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

Enviamos centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas quando tentamos enviar algum e-mail a respeito de DEUS, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-lo a outros!

Nós esquecemos de Deus e nos afastamos dele. Como podemos imaginar que ele nos livraria desses acontecimentos agora?"

Pense nisto...

Fonte: EBD Online

Quando o Senhor me chamou (Parte I)

E, ouvindo isto, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no reino de Deus.Porém, ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos. E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado. E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Casei, e portanto não posso ir. E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos. E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar. E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha. Porque eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia. Lucas 14.15-24


Pois bem amados, contarei aqui quando eu ouvi o chamado de Deus em minha vida.  Antes irmãos não se enganem, Deus sempre chama a todos, a todo momento, cabe a nós prestarmos atenção. Muitas pessoas quando ouvem o chamado do Senhor pensam duas vezes,  inventamos desculpas, deixamos para depois, o mesmo aconteceu comigo irmãos, mas Deus em sua infinita misericórdia e compaixão continuou a me chamar e me pegou pela mão e me salvou.  
Enfim amados, como a grande maioria dos brasileiros, quando criança o que eu ouvia falar sobre Jesus tinha como base a igreja católica, o que logo incluía os santos de barro e etc, coisas que nunca me atraíram, pois ficar em uma missa sentado ouvindo o padre falar e ficar repetindo rezas nunca me agradou, nunca senti a presença de Deus nisso. Lembro que minha mãe queria que eu fosse para catequese, fui algumas vezes, mas logo comecei inventar desculpas para não ir, dormia de proposito até tarde só para ficar em casa aos sábados. Eu deveria ter por volta de 8/9 anos nessa época. Pois bem fugi da igreja católica e até meus 12, 13 anos não tive mais nenhum contato com religião, até que em um certo dia minha mãe começou a frequentar um centro de macumba, e me levou com ela, eu assistia aquilo tudo e nada entendia e tão pouco me interessava, pois eu não queria dedicar a minha vida a fazer sacrifícios para seres aos quais era preciso dar bebidas alcoólicas, 200 galinhas e coisas do tipo. Certa vez minha mãe me mandou colocar roupas brancas e dai fomos a até este centro, e lá estava preparado para mim um ritual de sei lá o que, diziam que eu tinha um tal de exu... vê se pode, e eu na minha inocência fiz o que me mandaram, fiquei parada enquanto uma senhora e seu filho passavam coisas ao meu redor. Graça a Deus nada de pior aconteceu, não tomei gosto pela coisa e tão pouco minha mãe que logo parou de frequentar o lugar. 
Continua
 

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